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Se lembram da fanfic “Prólogo” da Lilian que postamos semana passada? Então, aqui está a continuação (Segunda Parte).

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Antes eu quero explicar uma coisa, pra postagem não ficar enorme e ocupar quase a página inteira do blog (pois o texto é bem grande) eu vou colocar o começo aqui e um link em baixo pra quem quiser continuar lendo.

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Cápitulo 1 – O Recomeço

Às cinco e meia da madrugada fazia um tempo frio convidativo para dormir, mas Fox William Mulder se encontrava com insônia. Estava preocupado com a reunião que teria logo pela manhã. Era uma audiência a fim de decidir seu futuro profissional. Há oito anos, ele foi exonerado do Fbi porque sempre fora uma “dor de cabeça” para os seus superiores. Não seguia à risca o protocolo do Bureau e, largara uma promissora carreira de perito em perfis criminais, na unidade de investigação de crimes violentos. Ele tornou-se obcecado com os Arquivos-X, casos peculiares não solucionados satisfatoriamente. A maioria possuía relatos de fenômenos sobrenaturais e de contatos ou avistamentos de Ovnis. Custando assim ao agente, uma reputação que lhe fora atribuída de: Spooky Mulder ou ainda, Fantasmagórico; tornando-o constante alvo de zombaria e deboche.

Mulder ligou então a televisão, à caça de algum programa qualquer. Ia passando de canal em canal: um filme tipo B de terror, um programa de crentes fanáticos alegando o dom de cura, um filme pornográfico que ele já havia assistido e, por último um programa intitulado: Mistérios & Afins, realidade ou loucura? Resolveu então, deter-se neste canal. O narrador, com uma roupa toda preta e uma ligeira maquiagem para assemelhar-se a um zumbi, contava as notícias da semana. Rituais de exorcismo, casas assombradas, invocação de espíritos seguida da morte misteriosa de três jovens. Extremamente atento, acomodou-se melhor no sofá e, aumentou o som da TV.

Em outro canto da cidade, Dean e Sam chegaram na casa de Susan. A menina estava sentada em frente a porta e chorando desesperada. Quando Sam saiu do carro, foi abraçá-lo em busca de consolo enquanto Dean pensava: “Ótimo! A mim que pedem ajuda, mas ao herói aqui que dão abraço.” Entraram na casa e Susan os mostrou a mensagem na sua secretária eletrônica. Era assustador escutar os gritos de Jared. Sam apiedou-se da menina, sabia que ela provavelmente estaria se sentindo culpada. Dean escutava a mensagem deveras pensativo.

* É minha culpa! Tudo minha culpa!
* Já disse pra não falar assim, Susan. – disse Sam, consolando-a.
* Susan, me diz uma coisa, como assim sua culpa?
* Agora não, Dean! – Sam disse repreendendo o irmão.
* Sam! O Jared morreu e ainda nem sabemos bem o que estamos procurando. Não podemos perder tempo!

Susan chorou um pouco mais. Como de costume, Sam encarou o irmão como quem fala : “Dean, olha a falta de tato!” Mas Dean apenas se fez de desentendido e continuou:

* Vamos começar de novo! O que ainda não nos contou?
* Por favor! Vocês disseram que iam ajudar! Telefonei para polícia e acharam que era algum trote
* O que? – Dean exclamou parecendo preocupado. – Isso é mal!

Sam repreendeu-o mais uma vez pelo olhar. Esta era uma cena bem rotineira para os irmãos Winchester. Sam possuía mais facilidade com as palavras e, em lidar com as pessoas que ambos ajudavam. Dean era mais descolado e inconseqüente, nem sempre pensava antes de falar e, geralmente não tinha muito tato. Contudo, Dean tinha uma boa justificativa para temer a polícia. Muitas vezes no decorrer das caçadas, os irmãos fingiam ser outra pessoa, ter outra profissão. Para isso, falsificavam documentos se fazendo passar por policiais, médicos, advogados e afins, no intuito de investigar as cenas de crime, mexendo em provas e por fim analisando-as para constatar se se tratava de caso da alçada deles. Afinal, nem todos aceitariam ajuda, se eles se identificassem como dois caçadores do sobrenatural. A maioria das pessoas que ajudavam eram, a priori, demasiado céticas para se arriscarem a dizer a verdade. E, conforme desgostava a Dean, no geral, nem todos que eram salvos demonstravam alguma gratidão. Apesar disso, este trabalho por assim dizer, era a paixão do jovem Dean Winchester. Admirava seu falecido pai John, que iniciara a caçada; enxergando-o como ídolo, como referencial. Ele seguia seus ensinamentos e recomendações à risca, diferentemente de Sam, que costumava contestar e até enfrentar o pai.

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