[Spoiler] Osric Chau fala sobre Kevin

Osric Chau returns as Kevin Tran in this week’s Supernatural, “Torn and Frayed,” and when Gather.com chatted with him earlier this season, he previewed a bit of what to expect this time around from the prophet.

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Mesa Redonda de Análise da Metade Da Temporada de Supernatural: Dean, Sam, Castiel, Purgatório, Novos Personagens, Tábuas e Mais!

O “hellatus” de fim de ano de Supernatural está sobre nós e, como é uma tradição no TVOvermind, mais uma vez convidamos nosso grupo de amigos que resenham Supernatural pela internet para dividir nossos pensamentos.
Participando da mesa redonda temos: Eu (Clarissa), Laura Prudom do The Huffington Post, Vinnie do Winchester Brothers, Danielle Turchiano do Possible By Pop Culture, Alice Jester do Winchester Family Business, Marisa Roffman do Give Me My Remote (nossa nova adição esse ano!), e Tina Charles, do Tv Guide. Esperamos que vocês fiquem com a gente até o fim, porque por ser uma bastante compreensiva (leia-se: longa), análise de meio de temporada, nós temos muitas opiniões a compartilhar e muitos tópicos para discutir.
A História de Dean: Purgatório, Flashbacks de Lutas e Um Renovado Senso De Propósito:
Dean passou boa parte da sétima temporada em uma grande fossa. Compreensivamente arrasado por suas perdas sofridas através dos anos – sem mencionar a recente traição de seu bom amigo Castiel – Dean realmente estava lutando para encontrar um propósito em caçar. Conflitos com Sam sobre sua decisão em matar Amy, sem mencionar a desequilibrante morte de Bobby, empurraram Dean ao alcoolismo e depressão. Quem iria imaginar que passar um ano lutando através de monstros daria a Dean um propósito renovado em caçadas? O Dean Arrasado da sétima temporada era atraente, mas parecia que o personagem havia perdido um pouco do fogo que o fazia o homem que conhecemos e amamos. “Eu acho que o Purgatório foi a grande surpresa para muitos espectadores nessa temporada – eu sei que houve algumas trepidações entre os fãs sobre quanto tempo Sam e Dean teriam ficado separados antes da temporada começar,e eu acho que os flashbacks foram uma boa ferramenta de narração para destrinchar o ano anterior sem sacrificar a história atual.” disse Laura.
“Enviar Dean ao Purgatório acabou sendo a melhor linha narrativa para o personagem,” disse Tina. “As últimas duas temporadas deixaram sua história meio que jogada ali. Ele tinha bastante tempo de cena, mas nenhuma história discernível além da coisa de Winchester vs Leviatãs. Havia seu problema com bebida, mas aquilo não levou a lugar algum também.” Mas simplesmente mandar Dean ao Purgatório poderia ter sido bem diferente se a série não tivesse nos mostrado os flashbacks de seu ano lá. Todos nós concordamos que os flashbacks de Dean eram cheios de cenas estelares – e bem vindas. “Eu tinha medo de que o Purgatório fosse ser sem graça, ou pior, repetitivo (como o Inferno), mas eu acho que o que me ganhou na experiência de Dean no Purgatório foi o fato de que dessa vez a série realmente nos permitiu ver e desse modo experimentá-lo com o personagem,” Danielle disse em um jorro. “O Inferno era um capítulo perdido para Dean, para a série, para os fãs. Nossas mentes podem preencher em imagens de como deve ter parecido a Dean ter sido tirado do suplício e começar a torturar, mas nós fomos atirados às trincheiras com Dean (e, em certo grau, Castiel e Benny) no Purgatório. Os flashbacks foram filmados com um estilo frenético, entre rápidos cortes e ângulos nervosos, eles nunca te deixam ficar acomodado. Você se sente como se estivesse sendo observado e que pode ser atacado de qualquer lugar. Era igualmente belo e assombroso, além de absolutamente aterrorizante – no estilo de filmagem mas também na narrativa em geral.”
“Eu realmente gosto do jeito que os flashbacks de Dean tem sido mostrados,” concordou Alice. “Eles foram uma boa amostra de um homem que se encontrou no meio de uma zona de guerra brutal. Eu amo o jeito geral dos flashbacks, usando o tom de sépia para acentuar as proximididades sinistras, a câmera oscilante, a brutalidade sem limites de Dean, sem mencionar fazer algo tão lindo ficar tão sujo e nojento. Eu acho que eles não têm chuveiros no Purgatório. Não há bebida também, o que é muito bom. É uma maravilha não ver Dean com um drink na mão.” Marisa também concordou que a história do Purgatório atingiu o perfeito equilíbrio para o personagem. “O Purgatório mudou Dean. Nós vimos sombras disso através da temporada- e mais especificamente nas horas com flashbacks completos – e eu estou verdadeiramente impressionada com o equilíbrio que eles atingiram em não enfeitar o que aconteceu, enquanto não ficavam nos atingindo na cabeça com eles, tipo, ‘Ei, lembra que o Dean passou um ano no Purgatório?’ “
Talvez a única coisa que todos estamos lamentando agora é como os flashbacks parecem ter chegado a um fim com o retorno de Castiel. “A narrativa de Dean no Purgatório é uma das minhas coisas favoritas que Supernatural já fez. Eu amo o jeito que é apresentada, tanto visualmente quanto conceitualmente. Eu gostei tanto que eu gostaria de ver mais, mas é Supernatural, então é possível que aqueles flashbacks não tenham acabado ainda.” Vinnie se lamentou.
Como o retorno de Dean do “sovaco de Deus” no início da temporada – e o consequente efeito que isso teve em sua psiquê – nós aproveitamos para ver a sutil natureza de sua Síndrome de Stress Pós-Traumático tanto quando uma dificuldade em se adaptar. Ele se acalmou um pouco nos últimos episódios. Ele está mais duro agora, e não vai voltar para realidades açucaradas. O Purgatório o mudou profundamente.”
Ainda que alguns de nós, incluindo Danielle, tinham esperado ver sua reintegração social na sociedade “normal” demorar um pouco mais: “Eu esperava que a série fizesse mais uso do Stress Pós-Traumático do Purgatório por quão única e sombria a situação de Dean era lá. Houve um belo momento na premiere da temporada em que ele está aéreo, tentando entender algo tão simples (mas que já foi amado) como sua comida ruim e em uma fração de segundo, ele fica totalmente no limite ao ouvir duas crianças brincando com armas de brinquedo. Eu esperava por mais desses momentos que que o ligavam e desligavam sua mente do Purgatório. E bem ao final, ele deveria estar dormindo com pelo menos uma mão em cada arma o tempo todo!” No lado oposto, Laura argumenta que “Enquanto uma parte de mim deseja que víssemos mais de seu Stress Pós-Traumático, eu também acho que deixá-lo destruído após o Purgatório, seria apenas refazer os passos errados da sexta e sétima temporada, onde ele estava mal conseguindo funcionar e totalmente miserável.”
Ainda assim, não importa quão breve tenha sido sua recuperação do Purgatório, não se pode negar o fato de que o Dean pós-Purgatório nos fez sentir animados em relação a ele de novo. “Eu pessoalmente tenho uma afeição maior por essa versão de Dean com Stress Pós-Traumático do que os da quarta ou sétima temporada,” disse Vinnie. “Eu estou aproveitando essa abordagem mais direta e estou aproveitando que ele não está se escondendo em uma garrafa de bebida, porque isso estava ficando tedioso. “Mas não é só o Novo Dean que nos animou, são seus dois companheiros de viagem pelo Purgatório que também nos interessaram. A introdução de Benny, incluindo a decisão dos roteiristas em não torná-lo a Ruby 2.0, foi uma ideia estelar para essa narrativa. “Uma das coisas mais intrigantes dessa temporada tem sido a relação de Dean e Benny,” concordou Marisa. “A experiência deles no Purgatório e consequente ligação entre eles é fascinante e errada e algo que nunca imaginaríamos que Dean faria alguns anos atrás… e ainda assim faz sentido.”
Agora quanto às nossas opiniões sobre Benny em pessoa, chegaremos logo lá.
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