E aí, rapaziada! Estava com saudade, tanto de ver Supernatural quanto de escrever a análise Hunter!!

A nona temporada começou nos presenteando com uma bela première!

Preciso começar falando sobre o “The road so far”, praticamente só com imagens e só com as falas mais importantes e ainda assim conseguindo destacar o que de melhor aconteceu na 8ª (já deu até saudade dela). Emendo aqui a minha empolgação com a nova abertura, que é linda demais e já virou minha favorita entre as 9.

Como todo mundo já viu o episódio não é preciso ficar contando os acontecimentos, então vou destacar alguns pontos do episódio:

Muito bem sacado por Carver em mostrar o dilema de Sam em viver ou não entre Bobby e Dean, afinal os dois são a família dele: um morto querendo convencê-lo de que morrer não é tão ruim e o outro, como sempre, mostrando que ele deveria sobreviver e continuar lutando. Só confesso a vocês que quando saiu a informação que Bobby voltaria achei que fosse pra ficar. Pelo visto não foi. Ruim pra nós, que não temos nosso idjit de volta, mas bom por outro lado, uma vez que mexer mais nisso e trazer Bobby de volta poderia ser algo muito “viajado” (se bem que estamos falando de Supernatural né). Pelo menos situações como essa, ou alucinações, ou ainda flash backs são boas opções para continuarmos vendo Jim Beaver na série.

A relação de Sam e Dean, como eu sempre digo, é o que pra mim move a série. E “I Think I’m Gonna Like It Here” girou mais uma vez ao redor dela. Dean fazendo de tudo para salvar Sam mais uma vez. “There ain’t no me if there ain’t no you”, dita por Dean é mais uma daquelas frases que vai ficar na cabeça dos fãs. Eu sinceramente não esperava outra cena tão emocional quanto a do final de “Sarifice” tão cedo, mas ela aconteceu e tenho certeza que fez escorrer lágrimas em muita gente.

Morte (mais uma vez muito bem interpretado por Julian Richings) tendo a honra de ceifar Sam e depois, percebendo que Sam desistiria de morrer faz cara de #chateado, como se dissesse: “vocês vão aprontar das suas de novo???”

Calma aí, Morte, no final da série, em 2045, você leva os Winchester (ou não).

Cas humano vai dar o que falar. O processo de “humanização” do Cas mais os anjos corrend atrás dele para se vingar dará um bom pano pra manga e aguardo pra ver o que Carver vai fazer. E será que ele vai se juntar com os Winchester logo? Aposto que ainda vai demorar uns bons episódios.

Sobre Ezekiel: eu estou realmente acreditando que ele é um “bom soldado”, como disse Cas e que está do lado do bem, mas na temporada passada eu achava que o Benny era mau e errei feio. Ou seja, minha opinião não vale pra nada e eu provavelmente vou errar e Ezekiel vai aprontar.

No mais só expectativas ótimas pro próximo episódio (voltas de Abaddon, Crowley e os demônios em geral) e pro restante da temporada.

 

Espero que tenham curtido, pessoal. Continuem acompanhando nossas análises! o/

 

PS: e que belezinha a Hael (Grace Phipps tá mais linda do que quando fazia Vampire Diaries)! Enfim, pena que morreu =/