“Baita de um episódio, diga-se de passagem”, é o que diria o craque Neto sobre “Mother’s Little Helper”, a estreia do senhor Misha Collins na direção!

O principal tema abordado no episódio, e sendo tratado pela segunda semana seguida, foi os Homens das Letras. Só queria dizer que Carver foi gênio em criá-los. Eu não imaginava que esse plot se desenvolveria tanto quando assisti o episódio em que foram introduzidos na temporada passada. Felizmente eu estava errado e acredito que ainda tenha muito a contar sobre eles. Que venham mais episódios com Henry Winchester, queremos saber mais e mais sobre o vovô!

Achei super válido descobrirmos como Abaddon se infiltrou na delícia da Alaina Huffman (ou melhor, da Josie Sands), e o melhor, que agora ela está fazendo o mesmo que fazia na época: recrutando almas para transformar em demônios para criar um exército. Aliás, olha as almas voltando à linha de frente e sendo bem aproveitadas em Supernatural (um beijo, Sera Gamble! Aprende aí, tia!). Aliás, eu estava sentindo falta disso. Uma grande ameaça. O inferno estava muito quieto, e pô, é o INFERNO. Tem que botar pra quebrar! E você, prefere o inferno sendo inferno com Abaddon ou o Governo cheio de negociações e contratos do Crowley? A votação ainda tá rolando!

Falando em Crowley, cada vez mais vai se criando uma certa relação entre Dean e ele. Um manipulando o outro, o outro manipulando o um… Pra mim ficou muito na cara que aquele caçador não era caçador e sim um demônio a serviço do Crowley pra testar o que o Dean faria. E o Dean com certeza tá extremamente confuso e com medo do que essa marca pode proporcionar a ele, ao mesmo tempo que parece que, como o King disse, ele está meio viciado. Na Lâmina, talvez? Na sensação de matar? Vamos descobrindo isso nos próximos episódios.

Queria dar uma pitada da relação dos irmãos. Apesar de no início estar reprovando essa “briga” (de certa forma ainda reprovo), confio no Carver e no que ele vá fazer para eles se reconciliarem. O que eu consegui notar é que desde “Sharp Teeth” quando eles voltam a caçar juntos e Sam diz para eles “não serem irmãos” até “#Thinman” foi mostrado um lado: Dean querendo se reconciliar, ficando triste com o que Sam dizia, e o Moose insensível, insistindo no “vamos só fazer o trabalho e boa, mano”. A partir de agora parece que a coisa vai mudar de figura: Dean começa a tocar o “foda-se” e Sam começa a se preocupar com Dean. Onde isso vai dar e como vai terminar até tenho minhas teorias, mas prefiro deixar pro Carver, ele sabe o que faz.

Não dá pra deixar de falar da direção do Misha. Apesar de ser praticamente um leigo no assunto (o máximo que tive foi telejornalismo na faculdade – e curtia a parte de cinegrafia), acho que ele tem jeito pra coisa. E cá entre nós, se eu fosse ator também iria querer me aventurar pela direção. Deve ser um negócio trabalhoso mas divertido e gratificante ao ver o resultado pronto.

Eu com certeza deixei algo passar, mas é que foi tanta informação, tanta coisa pra absorver que fica meio difícil processar tudo! hahaha

Comentem aí, pessoarrr!! Concordando, discordando, enfim… O que importa é a opinião de vocês, galera!

PS: pintou um clima ali entre a velhinha (simpaticíssima, diga-se de passagem) e o Sam, pode falar! Não? Tá, beleza!